Blog Arquivos
Meu Perfil
- Bernardo R. Filho
Seguidores
Tecnologia do Blogger.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Thunderbolt: conheça a ultravelocidade na transmissão de dados
13:11 | Postado por
Bernardo R. Filho |
Editar post
Transmissão de dados com o dobro do poder do USB 3.0. Esqueça os cabos HDMI e Ethernet para conhecer o futuro da tecnologia.
Em 2009 a Intel anunciou uma nova tecnologia que estava em desenvolvimento. Este projeto pretendia dobrar as velocidades prometidas pelas conexões USB 3.0 e permitiria que os sistemas de multitarefas atingissem um novo patamar. Na ocasião, o novo padrão foi apresentado com o nome de Light Peak (Pico de Luz, em português).
Um ano depois, durante a IDF 2010 (mesmo evento da Intel) a empresa mostrou alguns avanços significativos no desenvolvimento do Light Peak, mas ainda não se sabia se alguma fabricante de computadores estaria disposta a arriscar a instalação deste padrão, em vez de optar pelo esperado USB 3.0.


Quando analisamos o Thunderbolt, vemos que este tipo de transmissão pode chegar aos 10 Gbps, equivalendo ao envio de quase 1.280 MB em apenas um segundo. Acha muito? Saiba que em breve este valor deve ser aumentado em 1 mil por cento, graças ao novo desejo da Intel: abandonar o cobre para colocar fibra ótica nos cabos e conectores.

Além de não excluir do mercado todos os periféricos que já estava adaptados ao DisplayPort, a porta Thunderbolt torna-se mais versátil do que a grande maioria de formatos já utilizados. Podem ser enviados dados com altíssimas velocidades e também podem ser conectados monitores externos pela mesma porta.

Outra vantagem que o DisplayPort apresenta é relacionada às patentes. Diferentemente dos conectores HDMI e alguns outros, o DisplayPort é aberto, por isso qualquer empresa pode utilizá-lo para criar periféricos sem a necessidade de pagar royalties para a empresa detentora dos direitos da marca.

Vale lembrar que o sinal PCI Express funciona como entrada e saída, aproveitando a capacidade dual-channel do Thunderbolt. Já DisplayPort é transmitido em via única, ou seja, o computador apenas envia sinal para monitores externos ou placas de captura, não sendo possível receber informações por ele.

Como pode ser visto nos vídeos, isso permite que monitores fiquem conectados entre si, garantindo maiores expansões de imagem e melhorias na experiência da computação. Outra possibilidade que já foi mostrada liga servidores externos a monitores e notebooks, garantindo o streaming entre HD externo e computador em tempo real, com velocidade de 800 MB por segundo.

Mas para quem precisa de um pouco menos de potência, também existe a versão mais modesta, que possui apenas quatro baias. Também suportando até 2 terabytes, a capacidade máxima do Promise Pegasus R4 é de 8 terabytes. Ambos devem chegar ao mercado internacional ainda no primeiro semestre de 2011.
Outra marca que já prometeu alguns dispositivos Thunderbolt é a LaCie. Também especializada em armazenamento, a empresa estaria produzindo alguns de seus já conhecidos LaCie Little Big Disk com as novas conexões, para garantir muito mais velocidade na troca de informações entre os dispositivos conectados.
E de volta aos rumores, há informações de que a Nikon estaria produzindo algumas câmeras SLR com conectores Thunderbolt. A grande vantagem disso é que fotógrafos profissionais poderiam descarregar suas fotos com muito mais velocidade, diminuindo o intervalo entre sessões, por exemplo.
Conte para o Baixaki o que você pensa acerca deste Thunderbolt. Será que vai demorar muito tempo para que os brasileiros possam ver computadores e periféricos com as conexões de dados e vídeo da Intel? Deixe um comentário para mostrar sua opinião.

Um ano depois, durante a IDF 2010 (mesmo evento da Intel) a empresa mostrou alguns avanços significativos no desenvolvimento do Light Peak, mas ainda não se sabia se alguma fabricante de computadores estaria disposta a arriscar a instalação deste padrão, em vez de optar pelo esperado USB 3.0.
Apple: e começam os rumores
Já em fevereiro de 2011 começaram a surgir muitos boatos acerca de possíveis novas linhas de computadores da Apple. Como tudo o que envolve a empresa de Steve Jobs, estes possíveis lançamentos envolviam uma série de rumores. Entre elas estava a chegada de um novo padrão de transmissão de dados.
Fonte da imagem: divulgação/Apple
Logo se pensou no formato da Intel, mas nada foi confirmado. Os rumores continuaram a surgir e evoluir, até que chegou à imprensa internacional um nome que não era conhecido até então: Thunderbolt. Apesar de grande parte da mídia especializada apostar neste nome, muitos recusaram-se a acreditar que o Light Peak havia sido alterado. Até o dia 24 de fevereiro.Um novo nome para o Light Peak
Na manhã do dia 24, a loja de produtos da Apple ficou fora do ar. Não demorou para que todos acreditassem que em poucas horas a página voltaria ao funcionamento normal, já com a nova linha dos notebooks MacBook Pro cadastrada. E foi exatamente isso que aconteceu: os computadores foram anunciados e traziam a já mencionada tecnologia Thunderbolt.
Fonte da imagem: divulgação/Apple
Com o novo padrão de conexões, a Apple não pretende acabar com os já conhecidos e consagrados conectores USB. Investindo na parceria que possui com a Intel, a empresa de Cupertino quer mesmo é levar o que há de mais moderno para seus consumidores. Thunderbolt é mais do que velocidade, é também uma nova gama de possibilidades.Velocidade! Mais velocidade!
Uma conexão USB 2.0 comum, permite a transmissão de dados em velocidades de até 480 Mbps, o que equivale ao envio de até 60 MB em um segundo. O padrão mais recente desta conexão é muito mais veloz, podendo chegar a velocidades de até 5 Gbps (ou até 600 MB por segundo), mas trabalha um pouco abaixo disso.Quando analisamos o Thunderbolt, vemos que este tipo de transmissão pode chegar aos 10 Gbps, equivalendo ao envio de quase 1.280 MB em apenas um segundo. Acha muito? Saiba que em breve este valor deve ser aumentado em 1 mil por cento, graças ao novo desejo da Intel: abandonar o cobre para colocar fibra ótica nos cabos e conectores.

Fonte da imagem: reprodução/Apple
Estima-se que esta troca garantiria pelo menos 100 Gbps de velocidade ao Thunderbolt. Ou seja, por segundo poderia ser transferido um filme completo em resolução 1080p entre dois dispositivos. Com a atual configuração do padrão, o mesmo arquivo precisaria de cerca de 15 segundos para transmitir o mesmo arquivo.Thunderbolt: um novo conector?
Engana-se quem pensa que para a chegada do Thunderbolt os engenheiros da Apple e da Intel tiveram de buscar um novo desenho de conexão. Para ampliar o poder de abrangência do formato, foi escolhido o mesmo desenho do já utilizado DisplayPort. Sabe qual a grande vantagem disso?Além de não excluir do mercado todos os periféricos que já estava adaptados ao DisplayPort, a porta Thunderbolt torna-se mais versátil do que a grande maioria de formatos já utilizados. Podem ser enviados dados com altíssimas velocidades e também podem ser conectados monitores externos pela mesma porta.

Fonte da imagem: divulgação/Apple
Isso sem falar na enorme quantidade de possibilidades que são garantidas com a utilização de adaptadores. Cabos Ethernet, FireWire, USB, HDMI, VGA e DVI (entre outros) podem ser ligados à entrada Thunderbolt por eles. Mesmo assim, os computadores não devem abandonar o USB (pelo menos o MacBook Pro chega às lojas com ambos).Outra vantagem que o DisplayPort apresenta é relacionada às patentes. Diferentemente dos conectores HDMI e alguns outros, o DisplayPort é aberto, por isso qualquer empresa pode utilizá-lo para criar periféricos sem a necessidade de pagar royalties para a empresa detentora dos direitos da marca.
Entrada e saída
Você pode até dizer que o seu pendrive também funciona como entrada e saída de arquivos, mas irá concordar com o Baixaki quando parar para pensar que as velocidades de leitura e escrita de dados são bastante díspares. Isso acontece porque o padrão USB não possui a mesma banda de envio, que possui de recebimento das informações.
Fonte da imagem: reprodução/Intel
Diferente disso, o Thunderbolt traz conexões internas capazes de realizar as trocas com a mesma velocidade de saída e entrada. Isso garante a utilização do padrão para a transmissão de vídeos em alta definição para vários monitores ao mesmo tempo. Se o computador possuir altas capacidades de processamento, podem ser vários vídeos em vários monitores.Protocolo duplo
É este o nome do recurso que permite a versatilidade dos conectores. Ao mesmo tempo, são reconhecidos os sinais da DisplayPort e dos dispositivos PCI Express. Os sinais chegam até o chip controlador Thunderbolt, que unifica as informações e repassa para o outro conector por meio dos cabos Thunderbolt.Vale lembrar que o sinal PCI Express funciona como entrada e saída, aproveitando a capacidade dual-channel do Thunderbolt. Já DisplayPort é transmitido em via única, ou seja, o computador apenas envia sinal para monitores externos ou placas de captura, não sendo possível receber informações por ele.
Interconexão de dispositivos
Talvez este seja o melhor recurso de todos os já apresentados em relação ao Thunderbolt. Com a utilização de hubs, vários dispositivos podem ser ligados ao mesmo tempo, sendo que eles são conectados não apenas com o hub principal, mas também entre si. Ou seja, computadores, monitores, impressoras e qualquer outro eletrônico ligado via Thunderbolt pode se comunicar com outro ligado à mesma central.
Fonte da imagem: divulgação/Apple
E nem sempre é necessário um destes hubs. Caso o computador ou outro aparelho possua mais de uma conexão Thunderbolt, este dispositivo torna-se também um retransmissor de dados. Desta maneira, qualquer eletrônico ligado pelo novo padrão passa a fazer parte de uma rede integrada de dispositivos Thunderbolt.E se eu não gostar dos processadores Intel?
Muitos usuários perguntam se será possível utilizar dispositivos Thunderbolt em computadores que não utilizam processadores da Intel. Felizmente, a própria fabricante já se manifestou, informando que até os chips ou chipsets da empresa não serão necessários, apesar de serem de domínio da marca.O que já temos no mercado?
Como toda nova tecnologia, deve demorar algum tempo até que seja possível encontrar várias possibilidades de eletrônicos que contem com os padrões Thunderbolt. Mesmo assim, algumas empresas já estão produzindo materiais com a conexão da Intel. E é preciso admitir, tudo o que foi apresentado até agora promete muita qualidade.MacBook Pro
Como dissemos no início do artigo, a Apple foi vítima de muitos rumores envolvendo a tecnologia da Intel, que até há pouco se chamava Light Peak. E alguns rumores estavam certos, como é o caso do Macbook Pro, que surgiu no dia 24 de fevereiro com processadores Intel Core Sandy Bridge e também o novo Thunderbolt.
Fonte da imagem: divulgação/Apple
Este notebook de alta potência da Apple é a primeira demonstração real do novo padrão e, provavelmente, será a única por alguns meses. Isso porque deve demorar alguns meses até que outras fabricantes de computadores também se adaptem ao modo de transmissão de altas velocidades.Periféricos
Um dos primeiros periféricos anunciados para as conexões Thunderbolt é um sistema RAID da Promise, o Pegasus. São dois modelos diferentes de torres, podendo armazenar até seis HD de até 2 terabytes cada. Ou seja, com a versão mais robusta (R6), podem ser conectados 12 TB de informações aos computadores, tudo por meio das conexões Thunderbolt.Mas para quem precisa de um pouco menos de potência, também existe a versão mais modesta, que possui apenas quatro baias. Também suportando até 2 terabytes, a capacidade máxima do Promise Pegasus R4 é de 8 terabytes. Ambos devem chegar ao mercado internacional ainda no primeiro semestre de 2011.

E de volta aos rumores, há informações de que a Nikon estaria produzindo algumas câmeras SLR com conectores Thunderbolt. A grande vantagem disso é que fotógrafos profissionais poderiam descarregar suas fotos com muito mais velocidade, diminuindo o intervalo entre sessões, por exemplo.
.....
Para quem estava esperando um sistema com fibra ótica, o Thunderbolt pode ser um pouco decepcionante, mas é preciso admitir que para um primeiro passo, não há como reclamar dos recursos oferecidos pelo novo padrão. O dobro das velocidades atuais, protocolos duplos e garantia de ótimas transmissões são apenas o começo desta história.Conte para o Baixaki o que você pensa acerca deste Thunderbolt. Será que vai demorar muito tempo para que os brasileiros possam ver computadores e periféricos com as conexões de dados e vídeo da Intel? Deixe um comentário para mostrar sua opinião.
Tablet mexicano Meebox chega ao mercado
13:09 | Postado por
Bernardo R. Filho |
Editar post

Fonte da imagem: Meebox
A guerra dos tablets começa a sair do círculo restrito das grandes empresas. Depois do lançamento do primeiro tablet brasileiro, é a vez do México ganhar também a sua versão. Trata-se do Meebox, portátil disponível inicialmente apenas em solo mexicano.O produto foi apresentado ao público pela primeira vez na CES 2011, no início do ano. Apesar da montagem ser mexicana, o Meebox tem componentes asiáticos e oferece uma configuração básica para os usuários.
São três variações de modelos: Meebox Slate, Meebox Slate Advanced e Meebox Slate Pro. Todos eles têm tela multitouch de 11,6 polegadas, processador Intel Atom N450 de 1,66 GHz, câmera de 1,3 megapixels, duas entradas USB e conectividade Wi-Fi. O sistema operacional é o Windows 7 Home Premium.
A diferença entre as versões fica por conta da memória RAM e da capacidade de armazenamento. O Meebox Slate não tem GPS nem suporte para 3G e conta com 1 GB de RAM e armazenamento SSD de 32 GB; já o Meebox Slate Advanced tem GPS e 3G, além de 1GB de RAM e SSD de 32 GB.
A versão mais completa, o Meebox Slate Pro, tem 2 GB de RAM e SSD de 64 GB. Os preços são os seguintes: US$ 615 (Meebox Slate), US$ 757 (Meebox Slate Advanced) e US$ 870 (Meebox Slate Pro). Por enquanto os produtos estão disponíveis apenas no México, no site oficial da empresa.
Samsung lança notebook ultrafino para brigar com Apple
13:05 | Postado por
Bernardo R. Filho |
Editar post

Fonte da imagem: Divulgação
Reuters - A Samsung Electronics lançou um notebook ultrafino na quinta-feira, numa tentativa de ampliar sua presença no segmento mais sofisticado do mercado de computação pessoal móvel, dominado pela Apple.A Samsung, que emerge como uma das mais fortes rivais a desafiar a Apple nos mercados de smartphones e computadores tablet, também ataca o setor de notebooks, no qual a Apple tenta replicar o sucesso que teve com o iPhone e o iPad com a linha MacBook.
A Samsung lançou o modelo 9 Series para competir com o ultrafino MacBook Air, lançado em outubro. A companhia sul-coreana afirmou que o novo notebook custará 2,5 milhões de wons (2.218 dólares) na Coreia e que será lançado a partir do próximo mês nas Américas e Europa.
A Apple superou a Hewlett-Packard no trimestre passado como maior fabricante de computadores móveis do mundo, impulsionada pelas fortes vendas do iPad, segundo a empresa de pesquisa de mercado DisplaySearch. A empresa vendeu mais de 10 milhões de notebooks e tablets no último trimestre, obtendo uma participação de mercado de 17%, quase um milhão a mais que a HP, que ficou com 15,6% do mercado.
A Samsung afirmou nesta quinta-feira que tem como meta ser a sexta fabricante mundial no mercado de computação pessoal móvel este ano, um posto acima do ranking do ano passado.
Especificações:
• CPU: Intel® CoreTM i5 Processor 2537M (1,40 GHz, 3 MB; turbo até 2,3 GHz)• Sistema operacional: Genuine Windows® 7 Home Premium (64 bit) / Windows® 7 Professional (64 bit)
• Memória RAM: 4 GB DDR3
• Armazenamento: 128 GB SSD
• Tela: 13.3 polegadas HD LED-backlit SuperBright Plus
• Resolução: 1366x768
• Gráficos: Intel HD GT2 Integrated Graphics
• Bateria: Lítio-Polímero, com duração de até 6,5 horas
• Peso: 1,3 kg
Nova linha do MacBook Pro chega à loja online da Apple
13:03 | Postado por
Bernardo R. Filho |
Editar post

Fonte da imagem: Apple
Conforme noticiamos, durante a manhã desta quinta-feira, a Apple fechou temporariamente sua loja online para prepará-la para o lançamento das novas versões do MacBook Pro. Dito e feito: a empresa acaba de colocar seu site de compras de volta ao ar, dando destaque para as novas versões de seu aparelho portátil.A principal novidade fica por conta da ausência de placas de vídeo da NVIDIA, substituídas por uma combinação dos novos chips Sandy Bridge da Intel e placas gráficas fabricadas pela AMD. Ao todo, são dois modelos com tela de 13 polegadas, dois com 15,4 polegadas e somente um modelo de 17 polegadas.
Todos os modelos vêm equipados com as linhas mais recentes de processadores i5 e i7 da Intel. Confira abaixo as informações completas sobre as especificações de cada um dos portáteis:
Tela de 13 polegadas básico
- Processador Intel Core i5 2,3 GHz com dois núcleos;
- 4 GB de memória RAM 1333 MHz;
- Disco rígido com capacidade de 320 GB 5400 RPM;
- Placa de vídeo integrada Intel HD Graphics 3000;
- Bateria com duração total de 7 horas;
- US$ 1.199.
Tela de 13 polegadas avançado
- Processador Intel Core i7 2,7 GHz com dois núcleos;
- 4 GB de memória RAM 1333 MHz;
- Disco rígido com capacidade de 500 GB 5400 RPM;
- Placa de vídeo integrada Intel HD Graphics 3000;
- Bateria com duração total de 7 horas;
- US$ 1.499.
Tela de 15 polegadas básico
- Processador Intel Core i7 2,0 GHz com quatro núcleos;
- 4 GB de memória RAM 1333 MHz;
- Disco rígido com capacidade de 500 GB 5400 RPM;
- Placa de vídeo AMD Radeon HD 6490M 256MB GDDR5;
- Bateria com duração total de 7 horas;
- US$ 1.799.
Tela de 15 polegadas avançado
- Processador Intel Core i7 2,2 GHz com quatro núcleos;
- 4 GB de memória RAM 1333 MHz;
- Disco rígido com capacidade de 750 GB 5400 RPM;
- Placa de vídeo AMD Radeon HD 6750M 1GB GDDR5;
- Bateria com duração total de 7 horas;
- US$ 2.199.
Tela de 17 polegadas
- Processador Intel Core i7 2,2 GHz com quatro núcleos;
- 4 GB de memória RAM 1333 MHz;
- Disco rígido com capacidade de 750 GB 5400 RPM;
- Placa de vídeo AMD Radeon HD 6750M 1 GB GDDR5;
- Bateria com duração total de 7 horas;
- US$ 2.499.
Thunderbolt
Apesar das diversas novidades de hardware, a nova linha do MacBook Pro mantém o mesmo visual da geração anterior. A principal novidade fica por conta da inclusão da porta Thunderbolt, que combina funções do MiniDisplay Port com a tecnologia Light Peak da Intel. O resultado é uma conexão que bate de frente com o USB 3.0 e promete velocidades de transferência de até 10 GB/s.O Thuderbolt é uma espécie de fibra ótica aplicada diretamente na entrada Mini DisplayPort do MacBook Pro, e funciona de forma semelhante a uma entrada USB. Com isso, através da mesma conexão o portátil da Apple é capaz de exibir vídeos e transferir arquivos em alta velocidade - em teoria, um filme Blu-ray inteiro poderia ser transferido em menos de um minuto. No futuro, a Intel espera atingir velocidades de até 100 GB/s com a tecnologia.

Fonte da imagem: Apple
Facetime e preço no Brasil
O recurso Facetime sofreu uma reformulação e agora é capaz de transmitir imagens com qualidade de até 720p. A Apple aproveitou o lançamento para tirar o aplicativo do Facetime da fase Beta e iniciou sua venda por US$ 0.99 na iTunes Store.Vale lembrar que os preços cobrados podem sofrer alteração devido à liberdade de personalização oferecida no site da Apple. A nova geração do MacBook Pro já está disponível para venda no Brasil, com preços que vão entre R$ 3.600 a R$ 9.200. Porém, é preciso ficar atento para o prazo de entrega, que varia entre três a quatro semanas.
Google reformula seu algoritmo de buscas
13:00 | Postado por
Bernardo R. Filho |
Editar post

Fonte da imagem: Google
A Google anunciou nesta quinta-feira (24 de fevereiro) que fez uma reformulação substancial na forma como seu algoritmo de busca funciona. Segundo o comunicado oficial da companhia, o objetivo é entregar conteúdos relevantes ao usuário no menor tempo possível. O objetivo da mudança é priorizar sites produtores de novidades, deixando de lado aqueles que simplesmente copiam notícias e fazem links para outros endereços.Apesar da maioria das mudanças serem sutis, a Google afirma que elas já tiveram um impacto capaz de modificar 11,8% dos resultados clicados. Quem sai perdendo com essa mudança são os sites com conteúdo pobre, que em geral são responsáveis por grande quantidade de spam e não ajudam os usuários a encontrar aquilo de que precisam.
A companhia deixou claro que as mudanças realizadas nada têm a ver com os dados coletados pelo aplicativo Personal Blocklist, lançado na semana passada. Este aplicativo para o Google Chrome permite que os usuários bloqueiem sites considerados indesejados dos resultados feitos no sistema de busca da empresa, com a possibilidade de enviar estatística de uso para o desenvolvedor.
Porém, no post de divulgação do novo algoritmo, foram anunciadas coincidências nas listas dos sites mais bloqueados e aqueles que mais caíram nos rankings de pesquisa. Segundo a Google, 84% destes endereços perderam impacto quando comparados a opções com conteúdo mais relevante.
A novidade ainda está em caráter de testes, atualmente restrita ao site norte-americano. Porém, assim como os demais serviços da empresa, não deve demorar até que a novidade chegue aos demais mercados em que a Google atua.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Symantec elenca os dez tipos de busca mais perigosos na web
02:24 | Postado por
Bernardo R. Filho |
Editar post
A Symantec divulgou em seu blog algumas das buscas mais perigosas de serem feitas nos mecanismos de segurança, ou seja, os termos que mais levam a resultados maliciosos.
Ao contrário do que muitos podem pensar, a procura de um termo inofensivo pode resultar em dezenas, senão centenas, de resultados que dirigem o computador do usuário a endereços maliciosos.
Ainda que esteja em inglês, a tabela ilustra bastante a mentalidade dos cibercriminosos na hora de dirigir seus ataques na web. E, uma vez por dentro da cabeça desses maus elementos, fica mais fácil de saber onde pisar.
Os especialistas usaram o seguinte método: criaram buscas aleatórias e as categorizaram. Analisaram, separadamente, quantos resultados bons ou ruins cada busca retornou e elencaram as dez categorias em que sites maliciosos apareciam mais.
Outro dado curioso: dentre o top 100, isso é, os 100 termos que mais apresentaram problemas, 74 foram relacionados a buscas específicas por domínios. Por exemplo, quando você digita “Facebook”, “Orkut” ou o nome de um site na barra de busca para não ter que digitar seu endereço. Isso porque os cibercriminosos descobriram que vale mais a pena induzir o usuário ao erro criando réplicas de grandes sites que trabalhar em sites menores carregados de malware.
Segue, então, as categorias mais perigosas: sites adultos (44%), sites de streaming de vídeo (21%), sites de compartilhamento de arquivos (4%) e sites de software e tecnologia (4%), redes sociais (3%), jogos (3%), música (2%), notícias (2%), celebridades (2%). Outras categorias somaram 17%.
O artigo original, em inglês, pode ser lido no blog Symantec Connect.
Assinar:
Comentários (Atom)