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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

postheadericon Israel e EUA criaram Stuxnet contra Irã

Cyberataque conseguiu infiltrar máquinas utilizadas no sistema de enriquecimento de urânio do Teerã


Stuxnet, vírus que afetou vários computadores do Irã, principalmente os ligados ao programa de desenvolvimento nuclear, foi confirmado pelo New York Times como sendo uma ação resultante da parceria entre Estados Unidos e Israel.

O cyberataque, que conseguiu infiltrar máquinas utilizadas no sistema de enriquecimento de urânio do Teerã, foi testado no complexo de Dimona, deserto de Negev, centro de armas nucleares de Israel.

"Para testar o vírus, você deve conhecer as máquinas," disse um especialista americano em inteligência nuclear. "A razão do vírus ser tão eficaz, foi Israel tê-lo testado".

Por outro lado, a operação não foi tão bem sucedida. Os projetos nucleares continuam em algumas partes do Irã e, ainda por cima, possuem o código do Stuxnet.

"É como um manual", disse Ralph Langner, especialista em segurança computacional de Hamburgo, Alemanha, que estava entre os primeiros a decodificar Stuxnet. "Qualquer um que olha com cuidado pode construir algo parecido".
O vírus não foi o único golpe contra o Irã. Além de outros cyberataques planejados, dois cientistas que trabalhavam no centro do programa nuclear foram mortos no país. Por conta disso, Mohsen Fakrizadeh, professor responsável pelo programa iraniano, está escondido por ser considerado "alvo".

Um relatório liberado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD) disse que esses ataques cibernéticos podem tornar-se um choque de escala global, marcando tal acontecimento como catástrofe previsível. A solução para esses problemas, de acordo com o relatório, seria a implementação de uma segurança cibernética que "responda às necessidades de todos os cidadãos e não apenas das instalações do governo central", afirmou a OECD.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/

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